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O que você vai aprender nas disciplinas da Pós em Engenharia de Software?

Antes de se decidir por uma Pós em Engenharia de Software, há muitos fatores a analisar, como a qualidade e reputação do curso, dos professores e da instituição de ensino, a compatibilidade de horários. Além disso, saber se a grade de disciplinas entrega o que você espera de um bom curso.

Por isso, resolvemos escrever este artigo para você saber tudo o que vai aprender fazendo sua pós em Engenharia de Software da CTA em parceria com a UNIP.

Conheça o ciclo dos módulos da pós em Engenharia de Software

Nossa pós em Engenharia de Software está dividida em 5 módulos com duas disciplinas cada, totalizando 10 disciplinas. Não há pré-requisitos e você pode entrar em qualquer uma das cinco oportunidades de ingresso que temos durante o ano.

A única exigência legal é que você tenha concluído um curso de graduação reconhecido pelo MEC em qualquer área do conhecimento.

Disciplinas e Módulos da Pós-Graduação em Engenharia de Software
Disciplinas e Módulos da Pós-Graduação em Engenharia de Software

No quadro você entendeu um pouco do que espera você em nosso curso. Agora, vamos explorar o que você pode esperar em cada disciplina.

Paradigmas da Engenharia de Software

Desenvolver software envolve compreender necessidades, organizar decisões e sustentar um produto durante sua evolução. Esta disciplina apresenta uma visão integrada da engenharia de software, relacionando processos, pessoas, métodos e qualidade ao longo do ciclo de vida.

O objetivo é ampliar o olhar para além da implementação. Uma escolha sobre requisitos afeta testes; uma decisão de arquitetura influencia manutenção; uma forma de organizar o trabalho interfere em comunicação e risco. Reconhecer essas relações ajuda a evitar soluções locais que criam problemas em outra etapa.

Na prática, essa base permite analisar por que um projeto enfrenta dificuldades e quais intervenções fazem sentido no contexto. Em vez de procurar uma metodologia que resolva tudo, o profissional aprende a discutir critérios, restrições e consequências. É uma visão que conecta as demais disciplinas da pós e fortalece o raciocínio de engenharia.

O CTACast Paradigmas da Engenharia de Software complementa essa leitura sobre a área.

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Modelagem Visual de Software

Modelar é escolher uma representação que ajude a compreender e comunicar um aspecto do sistema. A disciplina relaciona modelos visuais a perguntas sobre comportamento, estrutura e interação, apoiando o entendimento entre pessoas de negócio e profissionais técnicos.

Diagramas de casos de uso, atividades, classes e sequências podem servir a finalidades diferentes. O valor de um modelo está em tornar uma decisão ou uma relação mais clara, com nível de detalhe adequado ao público. Preencher uma notação sem saber que pergunta ela responde pode produzir documentação difícil de usar.

Uma aplicação é representar o caminho de uma solicitação entre usuário, sistema e serviços externos para identificar exceções e responsabilidades. O modelo pode revelar ambiguidades antes da implementação e apoiar a elaboração de testes. Também precisa acompanhar mudanças relevantes, evitando que a documentação descreva um sistema que já deixou de existir.

A série Modelagem Visual de Software oferece um apoio de estudo para esse raciocínio.

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Projeto de Software

Uma ideia de produto precisa se transformar em uma proposta que possa ser discutida, construída e avaliada. A disciplina conecta entendimento do problema, necessidades dos usuários, requisitos e decisões de solução, aproximando a ideação de um produto mínimo viável.

O foco é organizar a passagem de hipóteses para escolhas justificadas. Quem enfrenta o problema? O que precisa mudar? Qual parte da solução permite aprender primeiro? Essas perguntas ajudam a delimitar o escopo e evitar que o MVP se torne apenas uma versão menor de um produto imaginado sem validação.

Na prática, o trabalho pode ser compreendido como a construção de uma linha de raciocínio: problema, proposta, decisões, critérios de aceitação e evidências esperadas. O projeto deve explicar por que determinadas funcionalidades entram primeiro e quais riscos precisam ser investigados. Essa clareza melhora o diálogo com desenvolvimento, testes e gestão.

O CTACast Projeto de Software: da ideação ao MVP acompanha essa conexão entre concepção e construção.

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Metodologia DevOps

Uma entrega de software precisa chegar ao ambiente de uso e continuar funcionando. A disciplina conecta desenvolvimento e operação, com atenção à colaboração, à automação e ao retorno de informações sobre o comportamento do sistema.

Integração contínua, organização de pipelines, testes automatizados e observabilidade ajudam a compreender esse fluxo. É importante distinguir entrega contínua, que mantém condições de liberar mudanças, de implantação contínua, que automatiza também sua entrada em produção segundo critérios definidos.

O objetivo profissional é reconhecer gargalos entre a alteração de código e sua utilização. Uma implantação pode exigir verificações, aprovações e estratégias de recuperação compatíveis com o risco. DevOps envolve essas decisões e os acordos entre equipes; não se resume à instalação de ferramentas. O resultado esperado é um fluxo de entrega mais compreensível, verificável e sustentável.

O CTACast DevOps: O problema que ele veio resolver complementa o estudo dessa integração.

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Gestão de Projetos de Software

Projetos de software exigem coordenação de pessoas, expectativas, restrições e incertezas técnicas. A disciplina relaciona fundamentos de gestão de projetos às particularidades do desenvolvimento, da manutenção e da implantação de sistemas.

Escopo, planejamento, partes interessadas, riscos e comunicação precisam ser tratados em conjunto. Uma data de entrega depende de decisões sobre funcionalidades, qualidade, capacidade e dependências. Mudanças devem ser avaliadas por seus impactos, com clareza sobre quem pode decidir e quais compromissos precisam ser revistos.

Na prática, o profissional amplia sua capacidade de organizar o trabalho e explicar o estado do projeto. Isso inclui distinguir estimativa de compromisso, antecipar riscos e negociar alternativas. A discussão também conecta abordagens preditivas, adaptativas e híbridas ao contexto, sem assumir que uma única forma de trabalho atende a todos os projetos.

A série Gestão de Projetos de Software oferece episódios para revisar e ampliar essas questões.

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Métricas de Software

Medir software significa escolher informações que ajudem a compreender um produto, processo ou projeto e apoiar uma decisão. Esta disciplina conecta conceitos de medição a estimativas, planejamento, qualidade e gestão de riscos.

Pontos de função, pontos de caso de uso e modelos de estimativa como COCOMO oferecem perspectivas diferentes sobre tamanho e esforço. Métricas ágeis, de fluxo e de qualidade também respondem a perguntas próprias. É necessário compreender o que cada medida representa, como é obtida e quais limites impedem comparações diretas.

Uma aplicação é estimar um projeto explicitando hipóteses e incertezas, em vez de apresentar um número como garantia. Outra é acompanhar retrabalho ou tempo de entrega para investigar causas e orientar melhorias. O valor está na interpretação: um indicador isolado pode estimular comportamentos indesejados quando se torna uma meta sem contexto.

O CTACast Métricas de Software complementa o estudo de medição e decisões de engenharia.

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Metodologias de Desenvolvimento de Software

Como organizar o trabalho de desenvolvimento diante de necessidades, riscos e restrições diferentes? A disciplina aborda formas de estruturar o ciclo de vida e relaciona processos de desenvolvimento ao contexto em que serão aplicados.

Abordagens sequenciais, iterativas, incrementais e adaptativas distribuem planejamento, construção e feedback de modos diferentes. O profissional precisa compreender suas implicações para a equipe, para os usuários e para a gestão. Adotar práticas ágeis exige capacidade de colaborar e verificar entregas; planejar antecipadamente exige reconhecer os limites das informações disponíveis.

Na prática, a disciplina ajuda a justificar escolhas e adaptações, em vez de aplicar rótulos. Uma organização pode ter produtos com necessidades distintas, e o processo precisa preservar qualidade, rastreabilidade e responsabilidades. A discussão se conecta a Agile, Lean e à gestão de projetos.

Como complemento, a série Engenharia de Software reúne episódios sobre processos e práticas da área. É uma série ampla, relacionada à disciplina.

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Normas e Modelos de Qualidade de Software

Arquiteturas de Software

Qualidade precisa de critérios para ser discutida, avaliada e melhorada. A disciplina relaciona normas e modelos às práticas de engenharia, ajudando a distinguir qualidade do produto, capacidade dos processos e gestão da qualidade.

Referenciais como as famílias ISO/IEC 25000, ISO/IEC 33000, a ISO/IEC/IEEE 12207 e modelos como CMMI e MPS.BR respondem a necessidades diferentes. O estudo deve considerar o escopo e a edição aplicável, evitando tratar todos como listas equivalentes de requisitos ou como selos que garantem qualquer resultado.

Na prática, essa compreensão permite analisar lacunas, organizar evidências e propor melhorias coerentes com os objetivos da organização. Cumprir uma rotina documental não comprova, isoladamente, que o usuário recebeu um bom produto. A avaliação precisa conectar práticas, evidências e resultados, sem perder de vista os riscos e as condições reais de trabalho.

O CTACast Qualidade de Software complementa a discussão sobre critérios e práticas de qualidade.

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Arquiteturas de Software

Arquitetura reúne decisões estruturais que influenciam como um sistema será construído, integrado e evoluído. A disciplina conecta organização de componentes, responsabilidades e interfaces aos atributos de qualidade e às restrições do produto.

Desempenho, disponibilidade, segurança e facilidade de manutenção podem exigir escolhas com efeitos concorrentes. Distribuir serviços, por exemplo, pode favorecer independência em alguns aspectos e aumentar a complexidade de comunicação e operação. O raciocínio arquitetural precisa explicitar esses compromissos.

Uma aplicação é comparar alternativas para uma solução e registrar por que uma foi escolhida, considerando requisitos e cenários de uso. Representações como as visões do modelo C4 podem apoiar a comunicação em níveis diferentes de detalhe. Mais do que reconhecer nomes de padrões, importa saber quando utilizá-los e que consequências trazem para a equipe e para o negócio.

Como complemento, a série Engenharia de Software inclui discussões relacionadas à arquitetura. A playlist é ampla e não corresponde a uma série exclusiva desta disciplina.

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Testes de Software

Testes produzem evidências sobre a qualidade e os riscos do software. A disciplina conecta análise de requisitos, planejamento, desenho de cenários, execução e comunicação dos resultados ao ciclo de desenvolvimento.

O trabalho envolve escolher situações relevantes, considerar limites e exceções e avaliar diferentes níveis e tipos de teste. Testes funcionais não substituem investigações de desempenho, segurança ou usabilidade quando esses aspectos são importantes para o produto. A automação deve ser selecionada por sua utilidade e pelo custo de manter verificações confiáveis.

Na prática, o profissional aprende a discutir o que foi testado, o que permaneceu sem investigação e quais riscos isso representa. Relatos claros de defeitos e critérios de aceitação ajudam a equipe a tomar decisões. Testar contribui para a confiança na entrega, sem prometer ausência total de falhas. Conheça também o guia de Teste de Software.

Como apoio, o CTACast Qualidade de Software conecta testes ao contexto mais amplo da engenharia. A série é complementar e não exclusiva de testes.

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Mais informações sobre a Pós-Graduação em Engenharia de Software da CTA em parceria com a UNIP-Universidade Paulista

Cursos livres em áreas da Engenharia de Software

Curso de Atualização - Gerenciamento de Projetos Fundamental
gestão de riscos em projetos de software ISO 31000
Curso de Atualização - SCRUM Master
Curso de Atualização - Liderança em Projetos de Software
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